Há estudos internacionais que dizem que quem tem mais conhecimentos de Matemática, incluindo cálculo de probabilidades, corre menos risco de ficar dependente do jogo, refere o investigador do Centro de Estudos Aplicados da Universidade Católica de Lisboa, Henrique Lopes, que em 2009 apresentou um estudo sobre a dependência do jogo em Portugal. “Há jogos em que a probabilidade de sair alguma coisa é tão remota como a de ter um tio desconhecido que nos deixa uma herança”, refere. “Se todas as pessoas soubessem Matemática, haveria menos pessoas a jogar.

Alunos de Ciências Sociais mais viciados no jogo online do que os de Tecnologia.

(Fonte: jornal Público)

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O Desastre no Ensino da Matemática – Como recuperar o tempo perdido
 
 
O ensino da matemática não vai bem. Ano após ano a situação tem-se agravado, com o beneplácito insano de muitos responsáveis políticos e a cegueira ideológica de muitos teóricos da educação. Tal como uma bomba, a irresponsabilidade está prestes a estourar sobre os nossos jovens e o nosso futuro. E talvez a realidade seja ainda mais grave do que se imagina.Neste livro, especialistas de formações diversas analisam a situação presente e apontam soluções. Os problemas de ensino são abordados do ponto de vista das ciências cognitivas, da pedagogia, da filosofia, das comparações internacionais e das práticas de ensino. Ao invés de reforçar o discurso comum sobre educação, trazem-se aqui perspectivas diferentes e apresentam-se propostas que podem contribuir para a mudança de um sistema que reconhecemos como deficitário.

Com textos de:

Alexandre Castro Caldas, neurologista – Universidade Católica Anthony O’Hear, filósofo – Universidade de Buckingham
Carlos Fiolhais, físico – Universidade de Coimbra
David Justino, sociólogo – Universidade Nova de Lisboa
João Filipe Queiró, matemático – Universidade de Coimbra
Jorge Buescu, matemático – Instituto Superior Técnico
Jorge Nuno Silva, matemático – Universidade de Lisboa
José Manuel Canavarro, psicólogo – Universidade de Coimbra
José Morais, psicólogo – Universidade Livre de Bruxelas
Luísa Araújo, pedagoga – Instituto Sup. de Educação e Ciências
Luísa Ferreira, economista – Banco Europeu de Investimentos
Nuno Crato, matemático – Instituto Sup. de Economia e Gestão
Pedro de Lima, economista – Banco Europeu de Investimentos
Suzana Nápoles, matemática – Universidade de Lisboa

 

Se possível, não perca a visita aos trabalhos de Escher em Haia. Exposição espectacular e de facto a não perder no piso superior os modelos interactivos.

A Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar

jogo galo4 linha

     Para além da preocupação na instalação dos QIM, falta também a   instalação de software apropriado.

    Ainda assim, os jogos têm potencial para explorar.