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A prova não contém incorreções de natureza científica e avalia de forma equilibrada os diferentes conteúdos programáticos.

Consideramos que se trata de uma prova com um grau de complexidade um pouco inferior ao da primeira fase, essencialmente por conter questões mais simples de um ponto de vista do cálculo, o que possibilita também que os alunos a possam resolver a um ritmo mais tranquilo.

Por outro lado, pensamos que faltam no enunciado itens de complexidade mais elevada que permitam selecionar os alunos com melhor desempenho.

metas

Consideramos que este exame está num patamar de exigência que se pode considerar semelhante ou muito ligeiramente superior ao do correspondente exame realizado no ano passado. Reforçamos a necessidade de se irem registando ligeiros aumentos do nível de exigência, acompanhando a tendência que se tem verificado nos três últimos anos e no sentido do que tem sido expresso nos pareceres da Sociedade Portuguesa de Matemática. Essa evolução permitirá que este exame venha a avaliar com rigor aquilo que deve ser exigido a alunos que frequentam o ramo do ensino secundário que dá acesso, por exemplo, a formações superiores nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e economia, todas elas possuindo uma forte componente matemática.

Nesta prova pode encontrar-se um item (1.2. do grupo II) que ajuda a distinguir os melhores alunos dos bons alunos pois exige capacidades matemáticas mais elaboradas, contudo consideramos que seria desejável que a prova contemplasse mais algum item com essas caraterísticas.

Tal como já referimos em anos anteriores, continuamos a defender que não se justifica a existência de um formulário reunindo um conjunto de propriedades que devem ser registadas em memória pelos alunos dos agrupamentos de estudos que contemplam a disciplina de Matemática A.

Em resumo, a SPM faz uma avaliação positiva desta prova de exame embora considere que há ainda lugar para um ajustamento do nível de exigência.

A média dos alunos do 9.º ano no teste intermédio de Matemática, realizado em Maio passado, ficou-se nos 31,1%, segundo dados disponibilizados pelo Gabinete de Avaliação Educacional (Gave), o organismo do Ministério da Educação e Ciência (MEC) responsável pela elaboração dos exames. Também os resultados das provas de aferição do 4.º ano foram conhecidos, a média a Matemática desceu 14 pontos percentuais por comparação a 2011, situando-se agora nos 53,9%. A percentagem de negativas mais do que duplicou, passando de 19 para 43%.

Um pouco em linha com famosa história de Flatland, Robert A. heinlein faz-nos pensar na passagem 3ª para a 4ª dimensão…

Pode ler-se em português em: http://www.softaplic.com.br/~edesio/myself/hobbies/house.html

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